nada, nada, nada

16.00 

de Francis Picabia
tradução: Regina Guimarães
selecção dos textos: Rui Manuel Amaral
coordenação da colecção: Rui Manuel Amaral
capa e design editorial da colecção: Lina E Nando
Editora: Snob
Edição: Maio de 2023
160 pp.

Descrição

“Entre 1879 e 1953, Francis Picabia viveu muitas vidas. Foi pintor, poeta e prosador, ensaísta e crítico. Colaborou em diversas publicações e criou as suas próprias revistas. Escreveu para teatro e também para cinema. Alimentou polémicas e provocou escândalos. Organizou espectáculos, exposições e festas. Acompanhou o Cubismo e depois atacou-o com ironia. Levou o Dadaísmo para Paris, foi um dos seus mais vivos participantes e depois saiu com estrondo. Esteve com os surrealistas, mas numa relação morna.
Os textos que compõem este livro pertencem à fase mais explosiva e exuberante da obra escrita de Picabia. Para nós, a mais fascinante também. Esta fase coincide com o seu envolvimento activo no movimento dadaísta, ou seja, mais ou menos entre 1918 e 1921. Seguindo o espírito desta colecção, o livro inclui apenas textos em prosa, deixando de fora a sua igualmente vasta e magnífica produção poética.”*

*da Nota de Edição de Rui Manuel Amaral