DiVersos 30-31

12.00 

De Vários
ISSN: 1645-474X
Editor:Edições Sempre-Em-Pé
Edição: Novembro de 2020
Idioma: Português

Descrição

Um núcleo destacado neste número é a seleção «Três Poetas da Bahia» (Florisval Mattos, Roberval Pereyr e João Filho) que, depois de alguns anos de germinação, é agora finalmente incluída aqui, graças aos cuidados de Wladimir Saldanha. Ele próprio poeta da Bahia e colaborador da DiVersos, que, esperamos, venha em breve a reincidir. Do Brasil estão ainda presentes neste número André Luís Pinto, Jean Sartief, Ronaldo Cagiano e Viviane Santana Paulo. Carlos Sousa Almeida, Diana V. Almeida (mas cujo poema, embora traduzido por ela própria, foi originalmente escrito em inglês), Eduarda Chiote, João Vilhena, José Pascoal, Liberto Cruz, Luís Serrano, Margarida Vale de Gato, Nicolau Saião, Pedro Silva Sena, Sandra Costa são outros poetas de língua portuguesa, portugueses de nacionalidade, alguns
pela primeira vez na Diversos, outros de novo (os primeiros três e os últimos quatro). Ou, como Sebastião Belfort Cerqueira, pela primeira vez mas com dois livros publicados neste mesmo editor: o seu primeiro (O
Pequeno Mal) e o mais recente, no momento em que escrevemos (Monda).
Uma novidade linguística neste número é a primeira publicação de um poeta islandês, Kristian Guttesen, e de uma poetisa macedónia, Marta Markoska, em ambos os casos tendo como língua-ponte o inglês. Talvez
isso encoraje o aparecimento junto de nós de algum tradutor que o seja diretamente dessas línguas, quem sabe? Estes dois poetas foram-nos trazidos e apresentados por Glória Sofia, poetisa caboverdiana radicada em Roterdão, e de quem incluímos alguns poemas no nosso número anterior.

De resto, do búlgaro temos desta vez Gueorgui Konstantinov traduzido pela poetisa búlgara Zlatka Timenova, radicada em Lisboa. Do italiano, Guido Gozzano, poeta «crepuscular» do início do século XX, cuja presença aqui, como mais adiante se explica, é uma forma de homenagem a António Fournier. Do inglês, Lawrence Ferlinghetti, jovem poeta de 101 anos, dos Estados Unidos, a que já aludimos, e Wendy Lee Hermance, poetisa norte-americana radicada na Senhora da Hora (Matosinhos), traduzida por José Lima, amigo de sempre e desde a primeira hora.