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	<title>Produtos &#8211; FLÂNEUR</title>
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	<description>Livraria e Editora</description>
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		<title>Meu Irmão Feminino e «Noites Florentinas»</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 15:00:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Marina Tsvietaieva 
ISBN: 9789898833365
Edição: dezembro de 2020
Editora: Sistema Solar
Páginas: 112]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Rejeitada pelos Russos, Tsvietaieva tentava penetrar no meio literário de Paris. Escrevia poemas em francês; traduzia-se para francês, escolhendo um dos seus longos poemas russos e chamando-lhe Le Gars; compunha duas prosas singulares: Meu Irmão Feminino e Noites Florentinas (nenhuma delas publicada durante o seu tempo de vida).<br />
São prosas escritas entre 1932 e 1934, a primeira dirigida a Natalie Barney (a amazona que transtornava cabeças de homens e mulheres pelos salões da cidade, pretexto para reflexões sobre a grande fatalidade do amor lésbico), inspirada a segunda pelo belo Abraham Vichniak (que lhe desencantava mais fatalidades, agora do amor heterossexual), ambas sob a forma epistolar, ambas dirigidas a interlocutores ausentes. Com um núcleo escrito originalmente em russo, o texto essencial de Noites Florentinas foi traduzido (melhor dizendo, recriado) em francês pela autora, segundo nos diz numa carta a Anna Teskova. Tsvietaieva fala do seu trabalho durante o Inverno de 1932-33 e destaca a tradução de nove cartas acrescentadas por outra, que lhes dá resposta, e ainda por um Posfácio ou A Face Póstuma das Coisas e o relato do último encontro com o destinatário cinco anos depois, na noite de passagem do ano. Diz também que de tudo isto resulta uma obra completa, redigida pela própria vida.»<br />
— Aníbal Fernandes</p>
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		<title>Jean-Luc Perseguido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:57:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Charles Ferdinand Ramuz 
ISBN: 9789898833563
Edição: deembro de 2020
Editora: Sistema Solar
Páginas: 144]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Charles Ferdinand Ramuz, já romancista assumido, olhava com desagrado para o mais vulgar sentido da palavra romance: «— A palavra romance é mal empregue; e neste momento feia; por aí se arrasta em todo o lado […] e melhor seria encontrar-lhe outro nome […]. O romance deve ser um poema», escreveu no Journal de Genève em Setembro de 1905, na altura em que tinha publicado Aline, essa primeira ficção que surgia ao público mudada desde a poesia-verso até à poesia-prosa, conciliando-a assim com o que era exigido pela fórmula-romance.<br />
Não foi, no entanto, este ambíguo pé em dois mundos da forma escrita que soltou todas as vozes suíças de uma incomodada oposição; foram, sobretudo, um desprezo sintáctico que hostilizava os bons comportamentos da literatura; uma invenção de frases com ritmos que atropelavam regras do bem-escrever, mal aceites pelo orgulho literário de um país «menorizado» por um seu escritor tão avesso à correcção formal dos maiores escritores da língua francesa. Ramuz não se furtava a sacrifícios gramaticais para salvar verdades da linguagem oral dos «seus» aldeões, para dar à sua prosa o andar lento e pesado dos que voltam a casa fatigados pelos trabalhos do campo.»<br />
— Aníbal Fernandes</p>
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		<title>A Torção dos Sentidos &#8211; Pandemia e remediação digital</title>
		<link>https://flaneur.pt/produto/a-torcao-dos-sentidos-pandemia-e-remediacao-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:54:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de João Pedro Cachopo 
ISBN: 9789899006614
Edição: dezembro de 2020
Editora: Documenta
Páginas: 112]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Paulatinamente, sem que disso nos apercebamos, a pandemia e as medidas tomadas para contê-la estão a transformar as nossas vidas. Não me refiro às belas mascarilhas. Nem às restrições à mobilidade. Nem sequer às angústias com as vagas de contágio. Ou refiro-me a tudo isto, tomando-o pelo que é: um conjunto de epifenómenos. Pois o acontecimento — sobre o qual poderíamos dizer, recordando uma expressão de Nietzsche, que nos deixa atónitos, a contar «as doze badaladas vibrantes daquela nossa vivência, da nossa vida, do nosso ser» — tem outra fundura: é um abalo dos alicerces que sustentam a imaginação do próximo e do distante que revolve o sentido de tudo o que sabemos, podemos e desejamos. É este revolvimento que designo por torção dos sentidos. O acontecimento, por outras palavras, consiste no impacto crescente que o cruzamento entre isolamento profiláctico e uso exacerbado de tecnologias de remediação exerce sobre os sentidos que dão sentido à nossa existência no mundo.<br />
São cinco os sentidos abordados neste ensaio: o amor, a viagem, o estudo, a comunidade e a arte. Dir-se-ia uma lista sem nexo, quase apetecendo compará-la com a taxinomia de animais, recolhida por Jorge Luis Borges numa certa enciclopédia chinesa, que Foucault recorda à entrada de As Palavras e as Coisas. O que justifica a sua reunião? Como é óbvio, não se trata de sugerir que só estes sentidos conferem sentido à existência humana. O que justifica esta constelação, que não é nem pretende ser exaustiva, é o facto de todos eles dependerem, em virtude não só do que significam para nós mas também de como significam para nós, do reconhecimento do próximo e do distante e se configurarem como exercícios de aproximação e distanciamento.»<br />
— João Pedro Cachopo</p>
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		<title>Grand Herbier D&#8217;Ombres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:51:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Lourdes Castro 
ISBN: 9789899006546
Edição: 12-2020
Editora: Documenta
Páginas: 224]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Começava a nevar em Pennabilli e eu detinha o olhar na neve que caía sobre as amendoeiras, em redor da casa, quando me chegou o Grand herbier d’ombres. É um livro com as sombras de muitas ervas do campo, da pintora Lourdes Castro, grande artista portuguesa que reproduz sombras de pessoas ou de outras formas de vida. Olhava eu, assim, os bordados da neve e logo depois as páginas do livro. Num determinado momento, no branco do vale, vi manchas escuras que subiam da minha memória. Eram as sombras que passavam pelo tecto do meu quarto no dia do regresso da prisão, na Alemanha, e eu, naqueles reflexos, procurava reconhecer os meus conterrâneos. Depois vi o vale, além da janela, atravessado pela grande sombra do obelisco da Praça de S. Pedro, num dia de Agosto, quando Roma me apareceu deserta. E no entanto, os turistas estavam à fresca, na sombra daquele obelisco se apinhavam.<br />
De repente, pensei nos belos dias de Agosto com Andrei Tarkovski quando trabalhávamos no filme Nostalgia, em Bagno Vignoni. A pequena aldeia toscana tem, na praça, um lago de água quente criando nuvens de vapor que enevoam, qual mundo medieval. É nestas águas que Catarina de Siena banhava seu corpo e as palavras de sua oração. Uma manhã entrámos na pequena igreja, na margem da rua que contorna o grande lago. Sentámo-nos sobre um banco de madeira para gozar aquele silêncio abandonado. Descobrimos que o feixe de luz matutina proveniente de uma janela alta estampava sobre a parede interior, junto de nós, uma pequena planta selvática crescida sobre o terriço trazido pelo vento, sob o pequeno vitral. Uma sarça de sombras incertas que se tornava decoração naquele reboco gessoso e humilde. Eu e Andrei permanecemos por algum tempo contemplando estas imagens trémulas que nos traziam reflexões profundas. A um certo ponto pareceu-nos sentir no ar um perfume de menta. Levantámo-nos de imediato para descobrir aquela imagem sobre o muro e perceber se a fragrância vinha daquela sombra. Assim era.<br />
É por isso que agora aproximei do nariz as sombras de Lourdes Castro que possuem uma presença viva e misteriosa capaz de fazer crescer mágicos pensamentos a quem os olha.»<br />
— Tonino Guerra – tradução de Mário Rui de Oliveira</p>
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		<title>Uma Última Pergunta &#8211; Entrevistas com Mário Cesariny</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:48:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Vários
ISBN: 9789899006584
Edição: dezembro de 2020
Editora: Documenta
Páginas: 432]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>(1952-2006)<br />
Entrevistas de A. Sérgio S. Silva, Afonso Cautela, Álvaro Guerra, Ana Marques Gastão [a Cruzeiro Seixas], António Cândido Franco, António Duarte, António Guerreiro, Bernardo Pinto de Almeida, Bruno da Ponte, Bruno Horta, César Antonio Molina, Claudia Galhós, Elisabete França, Francisco Belard, Francisco Vale, Maria Bochicchio, Maria Leonor Nunes, Maria Teresa Horta, Mário Cesariny [a Carlos Botelho], Mário Galego, Ricardo Duarte, Torcato Sepúlveda, Vladimiro Nunes.</p>
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		<title>Calendário Perpétuo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:45:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Cabrita e João Pinharanda 
ISBN: 9789899006560
Edição: dezembro de 2020
Editor: Documenta
Páginas: 752]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>«Em Maio de 2018 escrevi, para uma vasta exposição comissariada por Pedro Cabrita Reis na Associação 289, em Faro, oitenta textos onde utilizei de forma sistemática a fórmula do aforismo. Uma solução que sempre me interessou (de alguns dos Antigos a Pascal, Nietzsche, de Kraus a Wilde, Cioran ou Almada) e que, muitas vezes, se intromete em alguns dos meus escritos. A capacidade de síntese que comportam, o modo como possibilitam o uso de oximoros ou como neles se pode sugerir uma voz profética teve como pretexto temático a Arte, procurando nela caminhos para pensar na Vida, na Política, no Amor, no Sexo, na Morte… […]<br />
A dupla necessidade de criar uma meta e de me impor um limite, dando assim sentido ao processo de trabalho que se iria seguir, levou-me a estabelecer que escreveria um aforismo para cada dia do ano — obteria assim um calendário. E foi seguindo as experiências dos dias, colhendo as suas alegrias e desgostos, reflectindo sobre o mundo que corria junto a mim, que os escrevi. Mas, reforçando a ideia de que uma sentença não deve ser gasta pela usura do tempo, pensei imediatamente em aplicá-los aos dias de um calendário sem marcação de ano, reunindo o fim e o princípio, permitindo um eterno retorno — em criar um calendário perpétuo.<br />
[…] Cabrita colocou um desenho seu ao lado de cada um desses aforismos, um desenho feito no mesmo espírito de síntese e de velocidade, de abstracção e de súbitas chamadas ao real.»<br />
— João Pinharanda</p>
<p>«Os 366 desenhos que constituem esta suite calendário perpétuo foram por mim realizados com o específico propósito de acompanhar os textos de joão pinharanda agrupados sob uma designação similar, e que aqui também se publicam.»<br />
— Cabrita</p>
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		<title>O Silêncio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:34:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Don DeLillo 
ISBN: 9789897830914
Edição: novembro de 2020
Editor: Relógio D'Água
Páginas: 96]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De uma das vozes mais ousadas e essenciais das letras norte-americanas, nasce este novo romance, onde, num futuro próximo, cinco personagens se reúnem num apartamento em Manhattan durante um evento catastrófico.</p>
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		<title>Acidentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:32:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Hélia Correia 
ISBN: 9789897830846
Edição: novembro de 2020
Editor: Relógio D'Água
Páginas: 80]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acidentes é um livro de poesia de Hélia Correia, publicado oito anos depois de A Terceira Miséria.</p>
<p>Reúne trinta e cinco poemas da autora de Lillias Fraser e Adoecer.</p>
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		<title>Scaramuccia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:26:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Rui Baião
Edição: dezembro de 2020
Editora: Bestiário
Páginas: 80 + 92]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Das minhas fúrias falo eu”</p>
<p>Composto por um livro de texto, outro de imagem, e uma cinta cartonada.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Balabela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livraria e Editora]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2020 14:24:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[de Rui Baião
Edição: maio de 2019
Editora: Bestiário
Páginas: 160]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fulgurante romance de estreia deste consagrado Autor.</p>
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